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Qualidade do ar em ambientes hospitalares

A qualidade do ar que respiramos tem um impacto direto na nossa saúde, podendo gerar problemas sérios e em alguns casos até irreversíveis. Isto acontece, em especial, naquelas pessoas mais vulneráveis, como crianças, idosos e pessoas com doenças respiratórias crônicas. Nesse sentido, a qualidade do ar em ambientes hospitalares deve atender os requisitos básicos de segurança e bem-estar para todos.

A contaminação de bactérias pelo ar pode ocorrer de diversas formas. Em ambientes hospitalares, essa contaminação pode ocorrer através da geração de gotículas como tosse, espirro, aspiração de secreções e procedimentos como broncoscopia. Além disso, pode ocorrer através da própria interação habitual entre pacientes, ou por transmissão aérea por partículas dispersas no ar.

Vale destacar ainda que a poluição do ar no ambiente nem sempre é visível. A presença de mau cheiro, mofo, umidade e o mal-estar também indica que não existe renovação do ar no ambiente.

Está parecendo difícil ter um ambiente limpo e com ar renovado? Então aproveite para conferir o material que postamos recentemente sobre como a poluição do ar se esconde no ambiente, e veja algumas dicas de como acabar com esse problema invisível aí na sua residência.

Qualidade do ar em hospitais

Em ambientes hospitalares, a qualidade do ar pode exercer uma influência direta no tratamento e na velocidade de recuperação dos pacientes, assim como na frequência de ocorrência de infecções hospitalares, mais frequentes em pacientes portadores de doenças imunodepressoras – que deprimem o sistema imunológico – e que se encontram com seus sistemas imunológicos comprometidos.

Por isso, foram criadas leis e normas legais que garantem a qualidade do ar e o conforto térmico em ambientes hospitalares.

Norma 7256-2005

Criada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), a norma tem como principal objetivo estabelecer parâmetros e requisitos mínimos nos ambientes assistenciais de saúde.

A norma controla como deve ser feita a instalação do sistema de climatização em ambientes hospitalares, verificando o controle de ruídos, o índice de temperatura ideal, a velocidade do ar e a umidade relativa, além de estabelecer a necessidade da limpeza e manutenção periódica.

De acordo com a lei, as áreas hospitalares são separadas considerando o potencial de risco para a ocorrência de infecção, agrupando-as em três diferentes níveis:
– Áreas não críticas:  Aquelas que não são ocupadas por pacientes, como escritórios e almoxarifado, por exemplo;
– Áreas semicríticas: São aquelas ocupadas por pacientes que não exigem cuidados intensivos ou de isolamento, como as enfermarias e os ambulatórios;
– Áreas críticas: São locais que devem contar com atenção e cuidados máximos. Trata-se de ambientes que oferecem risco potencial de infecção, sejam pelos procedimentos invasivos ou mesmo pela presença de pacientes. Além disso, as áreas críticas ainda podem gerar risco ocupacional devido ao manuseio de substâncias infectantes como centro cirúrgico, unidade de terapia intensiva e unidades de transplantes.

Lei 13.589/2018

Mesmo oferecendo inúmeros benefícios para ambientes hospitalares, o ar condicionado também pode ser um vilão quando não instalado, limpo com frequência e de forma correta. Os sistemas de ar condicionado podem abrigar bactérias que são capazes de sobreviver por longos períodos em ambientes secos, o que não favorece em nada na saúde dos ocupantes.

A lei 13.589/2018, sancionada em 4 de janeiro de 2018, tornou obrigatória a manutenção de ar condicionado dentro de prédios públicos e privados coletivos – que também incluem ambientes hospitalares. O objetivo é garantir a boa qualidade do ar interior, considerando padrões de temperatura, umidade, velocidade, taxa de renovação e grau de pureza do ar. A Lei também requisita que ambientes com ar condicionado tipo SPLIT tenham renovação de ar, onde deve ser adicionado um sistema composto de ventilador e filtros – Insuflador.

Pensando em proporcionar conforto térmico e, principalmente, a saúde das pessoas em ambientes fechados com ar condicionado tipo SPLIT, a Sicflux tem inúmeras soluções para atender à norma.

Impacto da poluição do ar em ambientes hospitalares

O principal efeito da inadequada qualidade do ar em ambientes hospitalares se dá no sistema respiratório humano, pois o número de agentes nocivos são altos e podem até adiar a estadia do paciente no hospital, o que pode comprometer ainda mais a sua saúde.

São os pacientes de unidades de terapia intensiva (UTI) que apresentam maior risco de adquirir infecção hospitalar. Isso ocorre devido a fatores como: severidade da doença, procedimentos invasivos, tempo de internação prolongado, uso de antibioticoterapia de amplo espectro, alta densidade populacional e alta relação paciente-enfermeiro-médico.

Importância da qualidade do ar em ambientes hospitalares

A qualidade do ar em ambientes hospitalares possui uma grande importância, pois oferece uma temperatura agradável no ambiente, o que favorece no tratamento dos pacientes.
Além disso, o uso do ar condicionado é muito importante para purificar as salas cirúrgicas, UTI e pós-operatórias. Também auxiliam no trabalho de esterilização de materiais cirúrgicos.

Sendo assim, a utilização dos aparelhos de ar condicionado deve obedecer alguns parâmetros e requisitos básicos, caso contrário, de nada adianta o ar condicionado.

A Sicflux conta com uma equipe de engenheiros altamente qualificada e comprometida para entregar as melhores soluções em renovação de ar para ambientes hospitalares, respeitando as normas técnicas de cada ambiente. Contamos com produtos certificados e com garantia de qualidade.

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